Santa Catarina avança no emprego e chega ao Dia do Trabalho entre os líderes do país

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Santa Catarina avança no emprego e chega ao Dia do Trabalho entre os líderes do país

Competitividade Empresarial

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Autor Comunicação FACISC

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Às vésperas do Dia do Trabalho, estado cria 59,4 mil vagas formais, supera o Rio Grande do Sul e mantém desempenho acima da média nacional, com destaque para indústria e construção civil

Santa Catarina encerrou o primeiro trimestre de 2026 com o terceiro maior saldo de empregos formais do país e consolidou sua posição entre os principais polos de geração de vagas no Brasil. De janeiro a março, o estado criou 59,4 mil novos postos de trabalho, o equivalente a cerca de 10% de todas as vagas abertas no território nacional no período. O desempenho também colocou Santa Catarina à frente do Rio Grande do Sul na comparação com o mesmo intervalo de 2025. Os dados são do Novo Caged divulgados nesta quarta-feira (29/4), pelo Ministério do Trabalho e Emprego, e analisados pela FACISC.

Embora o resultado represente uma desaceleração de 8% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, o dado é considerado consistente diante do cenário econômico nacional. Isso ocorre porque o ritmo de desaceleração catarinense ficou abaixo da média do país, o que indica maior estabilidade e capacidade de resposta da economia estadual em um ambiente de menor crescimento.

O avanço teve impulso, sobretudo, na indústria de transformação, responsável pela abertura de 22,9 mil vagas, e na construção civil, com saldo de 9,6 mil empregos. Ambos os setores figuraram entre os maiores geradores de postos de trabalho no país e ocuparam a segunda e a terceira posições no ranking nacional, respectivamente.

Para o presidente Elson Otto, o resultado reflete a base produtiva do estado. “Santa Catarina mantém uma economia diversificada e competitiva, o que garante geração de empregos mesmo em cenários mais desafiadores”, afirma.

A performance reforça o papel da indústria catarinense, marcada por diversificação produtiva, forte inserção no mercado internacional e capacidade de adaptação. Somado a isso, a continuidade de investimentos e um ambiente de negócios considerado atrativo, sustentam a manutenção do nível de emprego mesmo em um contexto de incertezas econômicas.