A 8ª edição da Exposição e Feira de São Lourenço do Oeste (Efaislo), que ocorre de 5 a
8 de fevereiro no Centro de Eventos Governador Luiz Henrique da Silveira, reserva um
espaço de destaque para a exposição de animais de leite e de corte, reafirmando a
vocação agropecuária do município e da região.
Na pecuária de corte, a feira contará com a exposição de 22 animais, representando
cinco raças: Braford, Brangus, Angus, Ultrablack e Nelore. O público poderá conferir
touros, novilhas e bezerros, que traduzem o investimento contínuo dos criadores em
melhoramento genético, produtividade e sustentabilidade.
Segundo Vilmar Dalzochio, da Fazenda São Marcos, levar animais de genética de corte
para uma feira vai muito além da simples exposição do rebanho. “É investir em
visibilidade, credibilidade e oportunidades de negócio. A participação fortalece a marca
do criador, abre portas para comercialização direta e indireta e permite comparar e
ajustar o melhoramento genético”, destaca. Ele acrescenta que iniciativas como a
Efaislo contribuem diretamente para o avanço da pecuária de corte, com animais cada
vez mais produtivos e alinhados às exigências do mercado.
Já na linha leiteira, a exposição reunirá dez animais, todas novilhas da raça holandesa. O
objetivo principal é incentivar os produtores a participarem e apresentarem o resultado
do trabalho e do cuidado diário com o rebanho, mesmo diante das dificuldades
enfrentadas pelo setor leiteiro nos últimos períodos.
A ala dos animais também contará com a presença de ovinos, com a exposição de oito
ovelhas, ampliando a representatividade das cadeias produtivas ligadas ao campo e
proporcionando ao público uma visão mais completa da diversidade do agronegócio
regional.
De acordo com o diretor de agronegócio da Associação Empresarial e Cultural de São
Lourenço do Oeste (Acislo), Willian Pavlik, a proposta da exposição é valorizar quem
está no campo. Segundo ele, o objetivo é representar o agronegócio e mostrar ao
produtor que ele é muito importante para São Lourenço do Oeste, não só pelo aspecto
econômico, mas também pela vocação do município com os animais. “Mesmo em
momentos difíceis, não podemos desanimar”, ressalta.













