Lideranças empresariais de Tubarão e região se reúnem com senador Jorginho Mello




Lideranças da ACIT (Associação Empresarial de Tubarão), FACISC (Federação das Associações Empresariais de SC), FIESC (Federação das Indústrias de SC) e AMPE (Associação das Micro e Pequenas Empresas de Tubarão) se reuniram na tarde de hoje (20), por reunião online, com o senador Jorginho Mello.
Um dos assuntos em pauta foi a necessidade de crédito para micro e pequenos empreendedores, que têm enfrentado dificuldades em acessar os recursos disponíveis pelas instituições financeiras, principalmente por conta da burocracia. O senador é autor do Projeto de Lei 1282/2020, que Institui o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), para o desenvolvimento e fortalecimento dos pequenos negócios.
O projeto, que deverá ser votado na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (22), em Brasília, uma vez aprovado, será encaminhado para a sanção do Presidente da República, Jair Bolsonaro. Ele prevê a liberação de R$ 15,9 bilhões a exemplo de programas como o Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura) e tem como objetivo atender emergencialmente as empresas neste período de pandemia, mas estender-se como auxílio de micro e pequenos empreendedores. “O crédito sempre foi algo difícil no Brasil e o pequeno acaba pagando a conta por ter estrutura enxuta, diferente das empresas de maior porte. Por isso, precisa de apoio e acesso ao crédito. Estamos pensando em toda a cadeia produtiva e também na preservação dos empregos”, disse o senador. Uma vez aprovado, o Projeto poderá estar acessível até o final de maio.
O senador disse ainda que defende a retomada das atividades com responsabilidade. “Precisamos preservar as pessoas que estão em grupo de risco, mas pensar que a economia não pode parar, levando em conta os novos hábitos de higiene e prevenção”, completou.
Para o presidente da ACIT, Edson Martins Antonio, que mediou a reunião, foi uma aproximação muito positiva que traz otimismo ao empresariado. “Precisamos deixar de lado as questões políticas e ser práticos neste momento em que as empresas precisam enfrentar esta fase, mantendo seus negócios, empregos e fazendo a economia girar”, concluiu.