Infraestrutura da Serra Catarinense esteve em pauta na reunião da ACIL Lages

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Infraestrutura da Serra Catarinense esteve em pauta na reunião da ACIL Lages
Comunicação FACISC

Autor Comunicação FACISC

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A nova ala do Hospital Tereza Ramos e as rodovias federais BR 116 e BR 282 foram os assuntos abordados na reunião da diretoria da Associação Empresarial de Lages realizada na segunda feira, 22 de julho. Os convidados da reunião foram a Deputada Federal Carmen Zanotto e o coordenador de obras e conservação da Autopista Planalto Sul, Tiago Bortoli.

O projeto de duplicação de trechos prioritários da BR 116 está sendo elaborado e deve ser concluído até o final de 2019. De acordo com Bortoli, as sondagens do perímetro urbano de Lages já foram concluídas e estão fazendo o levantamento topográfico. “Estamos buscando antecipar o trecho de Lages para setembro, pois foi considerado como prioritário perante os demais. Com relação a esse adendo do trecho da Berneck, apesar de a ANTT ter sinalizado estar de acordo, até o momento não recebemos nenhum ofício autorizando desenvolver o projeto desse trecho. Precisamos desse ok para iniciar o projeto executivo”, explicou.

A deputada Carmen Zanotto fez um apelo aos empresários. “Temos três importantes pautas, o Aeroporto Regional de Correia Pinto, a BR 282 e o Hospital Tereza Ramos. Precisamos unir forças e falar a mesma linguagem, ter uma unidade, com tarefas e atribuições”, falou ela, se referindo ao fato de que trabalhando individualmente cada um faz um pedido diferente e nadasse resolve.

Sobre a BR 282, a deputada informou que foi incluída no pedido de emendas a recuperação e implantação de terceiras faixas no trecho entre Lages e Florianópolis. Já com relação as passarelas questionada pelos empresários, ela informou que estão demorando pois estão sendo feitas uma a uma, “cada passarela tem um projeto que vai para Brasília para ser aprovado e depois executado, um a um”.

Outra obra que tem causado preocupação nos empresários é a nova ala do Hospital Tereza Ramos. Segundo Carmen Zanotto, é preciso definir um modelo de gestão. “Tem mais de R$ 100 milhões entre obra e equipamentos parados, precisamos colocar em utilização. Minha sugestão é abrir ao menos 10 leitos de UTI e 20 leitos de internamento. Não adianta termos uma UPA se os pacientes irão continuar lá”, enfatizou.

Os próximos passos para dar andamento a estas questões é o agendamento de reuniões com os órgãos responsáveis. Assim, que forem confirmadas serão convidados lideranças políticas e representantes da sociedade civil para participarem.