Eleito para a gestão 2027–2029, Edio sucede Thayni Librelato, que encerra o mandato com crescimento na base associativa, expansão dos núcleos empresariais, aumento no faturamento com soluções e fortalecimento das pautas regionais.
“O associativismo é uma soma.” Foi com essa convicção que Edio Kunhasky Júnior apresentou sua visão para a nova etapa à frente da Regional Extremo Sul da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (FACISC). Eleito vice-presidente regional para a gestão 2027–2029, o ex-presidente da Associação Empresarial do Vale do Araranguá (ACIVA) assume o compromisso de fortalecer ainda mais a união entre as entidades e ampliar a capacidade de transformar demandas empresariais em resultados para a região. A eleição ocorreu na noite da última quinta-feira (22), durante plenária realizada em Criciúma.
Ao assumir a nova responsabilidade, Edio destacou que pretende dar continuidade ao trabalho realizado, honrar o legado das lideranças anteriores e ampliar a cooperação entre as associações. Para ele, o associativismo ganha força quando as entidades atuam de forma integrada, compartilham experiências e ajudam umas às outras a superar desafios.
Em seu pronunciamento após a eleição, Edio Kunhasky Júnior destacou que pretende dar continuidade ao trabalho desenvolvido pela Regional Extremo Sul e ampliar a colaboração entre as associações empresariais para impulsionar o desenvolvimento da região. “A gente está aqui uns com os outros, como viabilizadores. A união entre as lideranças é fundamental para superarmos desafios, fortalecermos as entidades e transformarmos demandas em resultados concretos para os nossos municípios. A intenção é que a gente consiga, em conjunto, somar cada vez mais forças para que as coisas aconteçam”, ressaltou ele.
Edio lembrou que a atuação das lideranças empresariais tem reflexos diretos na realidade dos municípios e que a persistência é fundamental para tirar projetos do papel. Como exemplo, citou a Serra da Rocinha, na BR-285, cuja conclusão ele acompanhou após anos de articulação e reivindicações. A experiência, segundo o vice-presidente regional do Extremo Sul eleito, reforça que demandas inicialmente vistas como distantes podem se concretizar quando há mobilização e continuidade.
Além da eleição, o crescimento do Extremo Sul também foi evidenciado pelos números apresentados por Thayni Librelato, atual vice-presidente da regional. A base associativa passou de 3.666 associados, em janeiro de 2025, para 4.240, em julho de 2026, uma alta de 15%.
Os núcleos empresariais também ampliaram sua presença. Chegou a 50 em 2026, com crescimento de 19%, além de outros dez núcleos em prospecção. A estrutura favorece a integração entre empresários, a troca de experiências e o desenvolvimento de iniciativas alinhadas às necessidades de cada setor.
Na área de soluções empresariais, o faturamento regional entre janeiro e agosto de 2026 chegou a R$ 908,4 mil, ante R$ 768,3 mil no mesmo período de 2025, crescimento de 18,23%. O resultado demonstra a ampliação da utilização das soluções disponibilizadas pela FACISC por meio das associações empresariais.
A atuação voluntária de Thayni também foi destacada, com mais de 2,3 mil horas dedicadas à regional. O trabalho incluiu participação em plenárias, reuniões, visitas às associações, eventos, articulações e agendas institucionais. Entre as iniciativas desenvolvidas esteve o Integra Regional, voltado à troca de boas práticas e ao compartilhamento de experiências entre as entidades.
Outro eixo importante foi a mobilização de demandas por meio do Voz Única. O levantamento do Extremo Sul reuniu 109 pleitos e contabilizou 1.517 votos de associados e empresários, que contribuíram para definir as prioridades que orientarão a atuação institucional da região.
Na avaliação de Thayni, os resultados são fruto do trabalho coletivo e do comprometimento das lideranças que dedicam tempo ao desenvolvimento de suas comunidades. Ela pontuou que as associações devem atuar de forma complementar, ampliando sua capacidade de representar os empresários e de contribuir para o crescimento dos municípios.
“O que a gente doa de mais importante na nossa vida hoje como associativista é o nosso tempo. Sou muito grata pela confiança e por tudo o que construímos juntos. O associativismo foi muito importante para mim, inclusive em um momento em que eu mais precisei. Por isso, acredito que as associações precisam se ajudar, e não competir. Quando uma empresa cresce, a cidade cresce, o estado cresce e o país também. É sobre gerar empregos, renda e dignidade para as pessoas. É isso que dá sentido ao nosso trabalho. Agradeço ao apoio dos presidentes, executivos, lideranças e à equipe da FACISC”, reforçou ela.
O balanço incluiu ainda premiações regionais em 2024 e 2025, com reconhecimentos nas categorias Prêmio InovA+, Cases de Comunicação e Marketing, Programa Empreender e Vista a Camisa.
No final da plenária, Thayni Librelato, foi reconhecida e homenageada pelas associações pelo trabalho desenvolvido à frente da Regional Extremo Sul, assim como aproveitaram o encontro e a presença do presidente Elson Otto, para agradecer pela condução humanizada da gestão, destacando a importância de uma liderança que acompanha a realidade das entidades, escuta seus representantes e caminha ao lado de quem fortalece o associativismo catarinense.
Hoje, a Regional Extremo Sul da FACISC reúne 12 associações empresariais: ACIVA, de Araranguá; ACIBG, de Balneário Gaivota; AECS, de Cocal do Sul; ACIC, de Criciúma; ACIF, de Forquilhinha; ACII, de Içara; ACIJAM, de Jacinto Machado; ACIMF, de Morro da Fumaça; AENOVE, de Nova Veneza; ACIO, de Orleans; ACIS, de Sombrio; e ACIU, de Urussanga.
É dessa união entre as associações que nascem a força para transformar demandas em conquistas e construir novos caminhos para o desenvolvimento regional a partir de 2027.








