Observatório Social e Cerene na Acisbs de São Bento do Sul

FACISC
Observatório Social e Cerene na Acisbs de São Bento do Sul
Comunicação FACISC

Autor Comunicação FACISC

Compartilhe

Em mais uma edição do Diálogos Institucionais da Associação Empresarial de São Bento do Sul (Acisbs), na segunda-feira, 20, participaram representantes do Observatório Social e do Centro de Recuperação Nova Esperança (Cerene). O encontro aconteceu na Acisbs e teve a participação de integrantes da diretoria.

O voluntário do Observatório Social de São Bento do Sul, José Canísio Tschoeke, iniciou a apresentação contando que a entidade sem fins lucrativos se originou no Paraná, e que é um espaço democrático, apartidário e visa monitorar a aplicação dos recursos públicos. “O Observatório atua preventivamente”, destaca.  Atualmente a entidade está instalada no Centro de Gestão Empresarial, juntamente com a Acisbs. “Primamos pelo trabalho técnico, utilizando metodologia padronizada de trabalho pelo Observatório do Brasil” destacou.

Canísio também destacou as principais atividades do Observatório, entre elas, o acompanhamento das compras públicas, desde a publicação do edital até a entrega dos bens ou serviços. A licitação, por exemplo, divide-se em três etapas, o monitoramento da publicação do edital, do certame e a homologação. Ele também destacou que para continuar contribuindo com o município, o Observatório local precisa de mais voluntários e de recursos para a manutenção da entidade. A Acisbs apoia o Observatório cedendo o local, além de custos com telefone e energia. Também os núcleos multissetoriais vêm realizando uma integração com a entidade para verificar qual a melhor forma de apoiar.

O diretor do Centro de Recuperação Nova Esperança (Cerene), Otto Müller, também apresentou a instituição e falou das ações realizadas no município. São seis unidades: Blumenau, Palhoça, Lapa, Ituporanga, Joinville e São Bento do Sul. Sendo a de Blumenau a mais antiga, com 28 anos. No município são 35 acolhimentos adultos, sete para adolescentes e 10 para reinserção social e/ou acolhimento república. Além do acolhimento o Cerene oferece ainda atendimento psicológico e médico; projeto terapêutico individualizado; terapia individual e de grupo; entre outros. Ao todo, o Cerene disponibiliza 260 vagas e 75 profissionais. “Em 28 anos, 11 mil pessoas já foram atendidas e anualmente são feitas mais de 1.800 visitas a famílias por meio do projeto Renovar e Sobriedade no município e em Palhoça.

Müller contou que o custo por pessoa é de R$ 2.150,00 ao Cerene, sendo que 50% vem da família do paciente, de parcerias ou convênios. Para contribuir com o Cerene, as empresas ou pessoas podem realizar doações espontâneas; via fatura da Celesc e Samae; dedução de doação do imposto de renda via Fundo para a Infância e Adolescência (FIA), doação de produtos como alimentos, materiais de construção, de expediente, limpeza, combustível, equipamentos entre computadores e eletrodomésticos, e a aquisição de sucos.

Próximos Diálogos – no dia 06 de março, às 17h30, a Acisbs vai receber a prefeita de São Cristóvão do Sul, Sisi Blind, cidade que abriga uma das penitenciárias de Santa Catarina. A ideia é conhecer a experiência do município quanto ao recebimento da obra do governo do Estado. E no dia 13 de março, o encontro é com o prefeito Magno Bollmann, cumprindo a agenda proposta por meio do protocolo de intenções, elaborado pela Acisbs, durante o período eleitoral de 2016.